sábado, 10 de novembro de 2018

Madeira dia 2#


Os nossos dias na Madeira foram sempre uma indecisão, causada pelo maravilhoso tempo que apanhámos. No segundo dia acordámos com tanta chuva, que decidimos que, definitivamente, o melhor seria ficarmos a dormir até que houvessem tréguas. Infelizmente as tréguas eram sempre só de algumas horas, às vezes ainda menos, mas como o tempo é algo que não podemos mesmo mudar, a solução era ir aproveitando aquilo que ele deixava. Portanto, assim que a chuva acalmou, partimos para mais um dia a somar quilómetros e paisagens. 
Como nesse dia decidimos almoçar no Caniçal, sim porque esta viagem foi sempre organizada a pensar em comer, comer, comer. No continente ouvimos frases como " A comida é divinal" e "É dos sítios onde já comi melhor na minha vida", ou seja, o que importava era procurar bons sítios para comer. Mas como estava a dizer, já que íamos para o lado do Caniçal, fomos visitar a Ponta de São Lourenço, uma península que ocupa um dos extremos da ilha, onde a paisagem se distingue de toda a ilha. Aqui fomos até ao Miradouro da Ponta do Rosto e depois ainda seguimos até um lugar onde estavam alguns carros e autocarros, mas como estava bastante vento, só tiramos mesmo uma foto e bora, que já eram outra vez horas de comer.










Depois de umas lapas deliciosas, o Maps (e o meu boy, claro), levou-nos até à famosa Santana, com as suas, também famosas, casinhas triangulares com telhados cobertos de colmo. São tão queridas!!!











Supostamente, daqui iríamos visitar o Parque Temático de Santana e o Parque Florestal de Queimadas, mas, mais uma vez, fomos surpreendidos por um enorme peso de chuva e tivemos que nos enfiar dentro da carrinha e por lá permanecer. Fizemos-nos à estrada, pela ER 101, direção Grutas de São Vicente, com paragem no Miradouro do Cabo Aéreo, no Arco de S.Jorge.



Chegados a São Vicente, disseram-nos que teríamos que esperar meia hora até à próxima visita às grutas. Escusado será dizer, como estavam todos com bastante apetite para o programa, desistimos e viemos embora, sem saber muito bem para onde ir. O tempo não convidava a nada, só mesmo a estar em casa no sofá, mas como ainda era cedo, acabámos por ir até Curral das Freiras. Aproveitamos para lanchar no Café Vale das Freiras, onde provámos praticamente todos os doces de castanha que tinham na montra. O melhor era um que parecia uma broa de mel, muito fofo e saboroso.
No final, ainda subimos por uma estrada assustadora até ao Miradouro da Eira do Serrado, com chuva, ou seja, só houveram duas corajosas, dispostas a tudo por uma fotografia daquele que é dos lugares mais isolados da ilha.


Dizem por aí que com chuva ou com sol, o importante é viver, por isso nada como fazer um belo sorriso e uma língua de fora à chuvinha ❤

1 comentário:

  1. Muito bonito contínua assim rapariga do norte. Estou a espera de mais ❤❤❤

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