segunda-feira, 15 de outubro de 2018

Amesterdão, cidade da liberdade

Chegou finalmente a altura de vos falar sobre a visita a Amesterdão. Já vos disse no post anterior sobre Bruges, que não morri de amores por Amesterdão, talvez porque adoro sossego, não gosto de demasiada confusão, não gosto de demasiada gente no mesmo lugar e por lá é assim, é o caos (pelo menos naquele dia foi). Espero que tenha apenas escolhido o fim de semana errado e que num regresso (quem sabe um dia), encontre uma cidade mais tranquila e mude a minha opinião.

Lamúrias à parte, não vou estar aqui só a falar mal de Amesterdão, vou antes contar-vos como foi o nosso dia. Chegamos à cidade de autocarro, a partir de Bruxelas, viagem que nos demorou aproximadamente 4 horas, porque, infelizmente, apanhamos muito trânsito. A viagem é incrível, sempre rodeados de campos verdes a perder de vista, com imensas vacas, quase a fazer lembrar os meus queridos Açores, e com alguns moinhos para completar o postal. Aproveitamos o bom tempo e almoçamos numas mesas de piquenique perto da estação, já que, como bons portugueses que somos, levamos a marmita de rissóis e panados para o almoço.
As restantes horas foram passadas em passeios a pé pelos canais, ou por vezes de Tram, com um sol maravilhoso a acompanhar-nos.












Apesar de não ter adorado o ambiente, a cidade em si é linda, os canais, conjugados com o verde das árvores que compõem as margens, as casas típicas que não queremos parar de fotografar e, claro, o facto de ser um país onde reina a liberdade e a tolerância, seja em relação a drogas, ou prostituição, por exemplo.

Quem sabe um dia não me apaixono por ti, Amesterdão ❤

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