sexta-feira, 3 de novembro de 2017

São Miguel, Açores

Bem, o que dizer?
Vim encantada, maravilhada... São Miguel é uma maravilha da Natureza.
Como pode um pedacinho de terra num meio de um imenso oceano ser contemplado com tanta beleza?
Foram quatro dias aproveitados ao minuto, para podermos explorar todos os recantos desta ilha com tanto para nos dar e mostrar.
Foi uma aventura a seis com muito companheirismo, muita diversão. Tivemos uma excelente estadia e a única coisa que não ajudou muito nos primeiros dois dias foi mesmo a chuva e o nevoeiro.

No primeiro dia começamos por subir até à Lagoa do Fogo, que infelizmente não teve nada para ver, porque o nevoeiro decidiu chatear-nos e estávamos a ver que não nos largava.


Conteira ou roca-de-velha, flor típica na ilha 

A Natureza consegue sempre deslumbrar-nos.

Seguimos em direção à Caldeira Velha, uma imponente floresta, com águas termais e cascatas à mistura.












Tenho uma paixão por fotografar flores
Antes de almoçar ainda deu tempo para um paragem no Salto do Cabrito, mais uma bela cascata, num lugar de sossego, só com acesso por estrada de terra batida, mas vale a pena.

Sempre agarrada à minha companheira de viagem, a minha Canon



💕

A paragem do almoço foi feita em S.Brás, onde comemos a que dizem ser a melhor sopa de peixe de São Miguel, não é que eu seja muito apreciadora, mas estava saborosa não posso negar.
Seguimos, depois pela estrada que liga a Nordeste, parando no Parque Natural da Ribeira dos Caldeirões, mais uma paragem obrigatória, com destaque para a bela e enorme cascata e para os antigos moinhos.







 Continuamos na mesma estrada em direção ao Miradouro da Ponta do Sossego.



Um dos vários miradouros que encontramos no caminho

Para terminar o dia fizemos um grande desvio até à Ribeira Quente com vontade de dar uma mergulho nas águas tépidas da Praia do Fogo, mas o mar estava um bocadinho assustador e desistimos da ideia.




 Ficaram com vontade de conhecer ?
Falarei dos outros dias nos próximos posts.
Até lá ❤





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